5 problemas gerados pelo baixo capital de giro nas indústrias

O capital de giro é diretamente ligado às tomadas de decisões, fluxo de caixa e quantidade ideal para o funcionamento de uma empresa de forma sustentável, considerando o tempo entre receber os pagamentos de clientes, investimentos e o prazo para pagamento de contas, como fornecedores, serviços de apoio, funcionários e demais despesas.

Assim, o capital de giro em si pode ser visto como a diferença entre o dinheiro disponível pelo negócio e a quantidade necessária para quitar dívidas, considerando todos os gastos e lucros em cima das atividades da empresa.

A falta de planejamento e análise constante do capital de giro pode causar alguns problemas para a instituição que não controla seus recursos, riscos que são evitados com boas estratégias de gestão e foco nas necessidades da empresa e do mercado.

Confira alguns problemas relacionados ao mau gerenciamento do capital de giro e entenda a importância da boa saúde financeira da empresa!

1. Falta de planejamento e investimento impensado

Como o capital de giro é direcionado para manter suas atividades diárias (desde as tarefas do dia a dia até os serviços de compra e venda na instituição), é interessante possuir um planejamento de acordo com os recursos e entender qual a situação da empresa.

Assim, é possível identificar possibilidades de crescimento, realizar estratégias de contenção caso haja necessidade ou mesmo realizar os cortes necessários antes da empresa se comprometer.

Sem esse planejamento é difícil entender quais pontos devem ser melhorados na empresa e quais atividades estão afetando negativamente o capital de giro.

2. Acompanhamento insuficiente do mercado

Outra questão é a impossibilidade de acompanhar o mercado caso o capital de giro seja muito baixo. Se não há capital para ser investido em atividades operacionais, imprevistos na empresa e bom funcionamento geral, é possível que os serviços fiquem estagnados, comprometendo a imagem da empresa em contraposição com os concorrentes.

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Essa estagnação impede inovações nas estratégias, ações para o cliente, realização de atividades para divulgação e uma série de ideias que seriam positivamente aceitas com o planejamento ideal.

3. Estagnação da instituição

Além da falta de acompanhamento do mercado, uma consequência pelo mau planejamento do capital de giro é o crescimento inexistente da empresa.

Afinal, com a necessidade de manter as áreas funcionando, de atender os clientes e conseguir manter a qualidade dos serviços, sem o bom capital de giro não haverá recursos a serem investidos em novas estratégias, ou, para manter as ações em pleno funcionamento.

4. Dívidas ou mesmo falência

Como resultado de todos esses pontos, as empresas que não investem no planejamento para manter o capital de giro, tendem a contrair dívidas com fornecedores, investidores ou mesmo instituições financeiras.

Essas dívidas podem crescer progressivamente caso a gestão e gerenciamento do negócio não sejam imediatamente modificados, e, assim, levar a empresa à falência.

5. Empréstimos abusivos e constantes

Como último recurso, é comum as instituições optarem por empréstimos para tentar qualificar seu capital de giro, uma situação arriscada que pode ou melhorar a situação do negócio ou piorar ainda mais, gerando uma bola de neve com dívidas não pagas.

Esses pontos podem ser evitados com o gerenciamento e gestão madura do capital de giro, resultantes de uma boa gestão ou mesmo consultoria, passos importantíssimos para manter a saúde financeira do negócio.

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